Irregularidades de Allan dos Santos
As fontes detalham diversas irregularidades, infrações e crimes atribuídos a Allan dos Santos, investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pela Polícia Federal (PF) e por comissões parlamentares no Congresso Nacional[1].
As principais frentes de irregularidades apontadas nos documentos dividem-se nas seguintes áreas:
1. Investigações e Enquadramento Criminal
Organização Criminosa e Milícias Digitais: Allan dos Santos é investigado no STF no Inquérito das Fake News (INQ 4781) e no **Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874)**[5][6]. A Polícia Federal apontou indícios de sua participação em organização criminosa e no chamado “Gabinete do Ódio”, voltado a ataques sistemáticos a instituições democráticas (STF e TSE) e adversários políticos[2].
Indiciamento pela PF: A Polícia Federal indiciou o blogueiro por injúria, desobediência e incitação ao crime[9], além de apurar acusações de ameaça, lavagem de dinheiro e crimes contra a honra[7][10].
Condenação Transitada em Julgado por Calúnia: Diferente de investigações em andamento, há uma condenação definitiva (confirmada pelo STJ) por calúnia contra a cineasta Estela Renner, por ter afirmado falsamente, em 2017, que ela desejava "botar maconha na boca dos jovens" no contexto da exposição Queermuseu[3].
2. Disseminação de Desinformação e Provas Forjadas
Forjamento de Conteúdo: Em 2024, publicou capturas de tela falsas/manipuladas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva para simular um suposto plano do STF com a PF, gerando pedido da PGR para novo inquérito por atuação coordenada e campanha difamatória[7].
Ataques ao Sistema Eleitoral: Promoveu teorias de fraude eleitoral, alegando sem provas que as urnas eletrônicas seriam "inauditáveis" e fazendo associações indevidas com a empresa Smartmatic[2].
Desinformação em Saúde: Citado nominalmente no relatório final da CPI da Pandemia por difundir notícias falsas sobre a COVID-19, incluir acusações sem base associando vacinas ao colapso do jogador Christian Eriksen e promover tratamentos sem comprovação científica[4].
3. Monetização Ilícita e Drible a Decisões Judiciais
Financiamento da Desinformação: Investigações da PF identificaram esquemas de monetização através do portal e canal Terça Livre, doações e chaves Pix[2]. Relatórios apontam que o canal mantinha uma planilha com mais de 1.700 doadores, arrecadando cerca de R$ 100 mil mensais para financiar campanhas difamatórias e atos antidemocráticos[6][15].
Desobediência e Burlar Bloqueios: Criação reiterada de novas contas e perfis em redes sociais e plataformas alternativas (Gettr, Rumble, Telegram, X, Instagram) para contornar ordens judiciais de bloqueio[7].
4. Situação Jurídica Atual e Contraponto
Prisão Preventiva e Foragido: O ministro Alexandre de Moraes decretou sua prisão preventiva em outubro de 2021, além do bloqueio de contas bancárias e emissão de pedido de extradição e inclusão na difusão vermelha da Interpol[1]. Como reside nos Estados Unidos e não retornou ao Brasil, é considerado foragido pela Justiça brasileira[1].
Posicionamento da Defesa: Allan dos Santos e sua defesa contestam a legalidade das medidas, alegando que ele realiza trabalho jornalístico, atua dentro da liberdade de expressão e é vítima de perseguição por "crime de opinião"[18][19].
Disseminação de Desinformação
No ecossistema de irregularidades atribuídas a Allan dos Santos, a disseminação de desinformação ( fake news ) atua como a engrenagem central que articula e alimenta os demais ilícitos investigados pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos Inquéritos 4781 e 4874[1].
A atuação do influenciador não é enquadrada pelas autoridades como mera manifestação de opinião, mas como um método estruturado de produção e amplificação de conteúdos falsos com alvos e propósitos bem definidos[2]:
1. Principais Eixos Temáticos da Desinformação
Ataques ao Sistema Eleitoral: Propagou recorrentemente teorias de fraude e alegações sem provas de que as urnas eletrônicas seriam "inauditáveis", além de criar associações indevidas com a empresa Smartmatic para desacreditar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)[2].
Saúde Pública e Vacinas: Amplamente citado no relatório final da CPI da Pandemia, difundiu notícias falsas sobre a COVID-19, promoveu tratamentos sem eficácia comprovada e associou falsamente o colapso do jogador Christian Eriksen à vacina da Pfizer[7].
Conspirações Políticas: Espalhou narrativas sobre o Foro de São Paulo e as FARC visando transformar a América Latina em uma "União Soviética 2.0", além de veicular acusações sem comprovação e ofensas contra ministros do STF[7].
2. Táticas de Forjamento de Provas e Ataques à Imprensa
Forjamento de Conteúdo (Caso Juliana Dal Piva): Em 2024, Santos divulgou capturas de tela falsas e manipuladas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva, simulando uma confissão de um suposto plano entre o STF e a PF para prender Jair Bolsonaro[7].
Ação Coordenada: A Procuradoria-Geral da República (PGR) identificou o episódio como uma campanha difamatória e misógina realizada em atuação coordenada para manipular o público e angariar fundos, o que levou o STF a abrir um novo inquérito específico[10][11].
3. A Conexão entre Desinformação, Monetização e Crimes Correlações
A Engrenagem do Lucro: Investigações da PF revelaram que a disseminação de fake news via portal Terça Livre gerava arrecadação mensal estimada em R$ 100 mil através de doações e assinaturas[3][12]. A produção de indignação operava diretamente como um modelo de negócios rentável[2].
Drible Judicial e Desobediência: Para manter a rede de desinformação ativa após bloqueios judiciais, o blogueiro reitera a criação de novas contas em redes e plataformas (Gettr, Rumble, Telegram, X, Instagram) a partir dos EUA[3]. Essa conduta gerou novo indiciamento pela PF por desobediência, incitação ao crime e injúria[3][15].
4. Contraponto da Defesa
A defesa de Allan dos Santos alega que suas manifestações constituem exercício legítimo de liberdade de expressão e jornalismo de opinião, classificando os inquéritos como perseguição política[5][16]. Em contrapartida, órgãos oficiais (PF, PGR e STF) e agências de checagem ressaltam que as ações configuram tática deliberada de distorção de fatos para desestabilizar instituições democráticas e auferir vantagens financeiras[2].
Saúde Pública
No contexto amplo da disseminação de desinformação promovida por Allan dos Santos e por seu extinto portal Terça Livre, a temática da saúde pública figurou como um dos eixos centrais de atuação investigados por comissões parlamentares e agências de checagem de fatos[1].
As fontes detalham que a produção e propagação de conteúdos falsos sobre a pandemia de COVID-19 acompanharam a mesma lógica de polarização, descredibilização institucional e monetização observada nas demais campanhas do influenciador[1].
As principais evidências trazidas nos documentos sobre a atuação em saúde pública dividem-se em:
1. Citação e Responsabilização na CPI da Pandemia
Citação Nominal do Blogueiro: Allan dos Santos foi citado nominalmente dezenas de vezes no relatório final da CPI da Pandemia, elaborada pelo Senado Federal[3].
Envolvimento Estruturado: A comissão parlamentar apontou o envolvimento direto do influenciador na difusão de notícias falsas sobre a crise sanitária e no financiamento de campanhas digitais coordenadas durante a pandemia[3][5].
Articulação com Inquéritos do STF: Essa frente investigativa somou-se às apurações dos Inquéritos 4781 (Fake News) e 4874 (Milícias Digitais) no STF e da CPMI das Fake News no Congresso, que mapearam a atuação do "Gabinete do Ódio" na manipulação do debate público[4].
2. Casos Emblemáticos de Desinformação sobre Vacinas
O Caso Christian Eriksen: Um dos exemplos documentados por órgãos de investigação e agências de checagem (como o Coletivo Bereia) foi a publicação em que Santos atribuiu o colapso do jogador dinamarquês Christian Eriksen, ocorrido em campo em 2021, à vacina contra a COVID-19 da Pfizer[1][8]. A alegação foi classificada como totalmente falsa por checadores, pois não havia qualquer relação entre o evento de saúde do atleta e a vacinação[1][8].
Questionamento de Eficácia: As fontes registram a produção e o impulsionamento constante de conteúdos que questionavam, sem base científica, a segurança e a eficácia dos imunizantes aprovados contra a COVID-19[1].
3. Difusão de Tratamentos Sem Comprovação Científica
Promoção de Tratamentos Alternativos: O portal Terça Livre e os perfis do blogueiro foram utilizados para difundir e incentivar a adesão a tratamentos alternativos sem evidência médica sólida contra o coronavírus, desestimulando o cumprimento das orientações das autoridades de saúde pública[1].
4. Inserção no Modelo de Negócios e Engajamento
A desinformação sanitária integrou a estratégia global de funcionamento do Terça Livre: ao explorar o medo e a indignação em relação às medidas sanitárias e às vacinas, o canal aumentava a audiência, engajava militantes digitais e captava recursos via doações, financiamento coletivo e monetização de plataformas digitais[1].
Fake news sobre vacinas
No contexto da saúde pública, a disseminação de notícias falsas sobre vacinas e sobre a COVID-19 representou uma das frentes mais críticas de desinformação atribuídas a Allan dos Santos e ao portal Terça Livre[1]. As investigações apuraram que essa atuação não foi fortuita, mas integrou uma estratégia deliberada de manipulação do debate público e atração de recursos[2].
1. Citação e Apuração na CPI da Pandemia
Citação Nominal Expressiva: Allan dos Santos foi citado nominalmente dezenas de vezes no relatório final da CPI da Pandemia do Senado Federal[3][5].
Atuação Estruturada: O relatório final da comissão apontou o envolvimento direto do influenciador na propagação de notícias falsas sobre a crise sanitária e no financiamento de campanhas digitais coordenadas[3][5].
Conexão com Inquéritos do STF: O mapeamento da desinformação em saúde pública somou-se aos autos do Inquérito das Fake News (INQ 4781) e do Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874) no Supremo Tribunal Federal[3].
2. Casos Emblemáticos de Desinformação Imunológica
O Caso Christian Eriksen: Um dos episódios mais destacados por agências de checagem (como o Coletivo Bereia) foi a publicação em que Santos utilizou o colapso do jogador dinamarquês Christian Eriksen em campo para divulgar, sem base factual, que ele teria tomado a vacina da Pfizer pouco antes[1][8]. A alegação foi classificada como falsa por checadores[1][8].
Ataques à Eficácia dos Imunizantes: O influenciador e as páginas ligadas ao Terça Livre difundiam recorrentemente conteúdos que questionavam a segurança e a eficácia das vacinas contra a COVID-19 sem evidências médicas válidas[1].
3. Difusão de Tratamentos sem Comprovação Científica
Desestímulo às Medidas Preventivas: Paralelamente ao combate às vacinas, a rede mantida pelo blogueiro promovia o uso de tratamentos alternativos destituídos de comprovação científica sólida, desincentivando o cumprimento das orientações sanitárias oficiais[1].
4. Modelo de Negócios e Engajamento
Monetização sobre a Indignação: A exploração das controvérsias sanitárias alimentava a polarização e o engajamento digital, servindo ao modelo de financiamento do canal — sustentado por doações, membros e monetização de plataformas[2].
Promoção de tratamentos ineficazes
No contexto da saúde pública durante a pandemia de COVID-19, a promoção de tratamentos ineficazes e sem comprovação científica representou uma das pernas centrais da engrenagem de desinformação operada por Allan dos Santos e pelo portal Terça Livre[1][2].
As fontes detalham como essa prática se conectava com os objetivos mais amplos do influenciador e com as investigações oficiais:
1. Promoção de Tratamentos Alternativos e Desestímulo Sanitário
Conteúdos sem Evidência Científica: O blogueiro e as plataformas do Terça Livre promoveram ativamente tratamentos alternativos destituídos de evidência médica sólida contra o coronavírus, paralelamente à publicação de conteúdos que questionavam a eficácia e a segurança das vacinas registradas[1].
Ataque às Orientações Oficiais: Essa conduta buscava criar desconfiança em relação às diretrizes das autoridades de saúde e órgãos sanitários oficiais, alimentando a polarização do debate público sobre o combate à pandemia[1][3].
2. Apuração e Responsabilização na CPI da Pandemia
Citação Nominal no Senado: O impacto da promoção de tratamentos ineficazes e da desinformação em saúde levou Allan dos Santos a ser citado nominalmente dezenas de vezes no relatório final da CPI da Pandemia do Senado Federal[2][4].
Participação Estruturada: A comissão parlamentar apontou seu envolvimento direto na disseminação de notícias falsas sobre a crise sanitária e na condução de campanhas digitais coordenadas[2][4].
Conexão com os Inquéritos do STF: As conclusões da CPI sobre a desinformação em saúde pública foram integradas aos autos do Inquérito das Fake News (INQ 4781) e do Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874) no STF[2].
3. A Conexão com o Modelo de Negócios e Engajamento
Exploração da Indignação e do Medo: A promoção de tratamentos sem eficácia e as teses de negação da gravidade da pandemia geravam alto engajamento, atraindo audiência para os canais do Terça Livre[3][7].
Monetização da Desinformação: Esse engajamento traduzia-se diretamente em retorno financeiro para a rede mantida pelo influenciador, por meio de monetização de plataformas, assinaturas de membros e doações via Pix/planilhas de apoiadores[3].
Processo Eleitoral
No contexto amplo da disseminação de desinformação, os ataques e o questionamento do processo eleitoral representam um dos eixos de atuação mais graves e sistemáticos atribuídos a Allan dos Santos e ao portal Terça Livre[1][2].
As fontes apontam que a descredibilização das eleições não ocorria de forma isolada, mas sim como uma estratégia coordenada para corroer a confiança nas instituições democráticas brasileiras (em especial o TSE e o STF) e mobilizar militantes digitais[1].
1. Narrativas Falsas e Descredibilização das Urnas Eletrônicas
Tese das Urnas "Inauditáveis": O blogueiro e seus veículos difundiram de forma recorrente a alegação falsa de que as urnas eletrônicas brasileiras seriam "inauditáveis", tese desmentida por autoridades e agências de checagem[4][5].
Associações Indevidas à Smartmatic: Espalharam-se narrativas vinculando o sistema de votação brasileiro à empresa Smartmatic (associada sem provas a fraudes na Venezuela), buscando criar a falsa impressão de que haveria vulnerabilidades externas no pleito do Brasil[4][5].
Teorias de Fraude Recorrentes: Monitoramentos e estudos universitários apontam que o Terça Livre figurou, desde pelo menos 2018, entre os principais canais digitais dedicados a propagar acusações infundadas de fraude eleitoral[6].
2. Atuação Coordenada e Inquadramento nos Inquéritos do STF
Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874): A atuação de Santos contra o sistema eleitoral tornou-se alvo direto do Supremo Tribunal Federal[3]. O inquérito apura a organização e o financiamento de redes digitais estruturadas para desacreditar o processo eleitoral e fragilizar a democracia[3].
CPMI e Inquérito das Fake News: A CPMI do Congresso e o Inquérito 4781 do STF identificaram o influenciador como figura central na produção de conteúdos distorcidos voltados a atacar membros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e desestabilizar a percepção pública sobre a lisura dos pleitos[1].
3. Continuidade das Ações a Partir do Exterior
Ataques Eleitorais Continuados: Mesmo após mudar-se para os Estados Unidos e ter suas contas originais bloqueadas pela Justiça, Allan dos Santos manteve a propagação de conteúdos sobre o processo eleitoral em plataformas alternativas (como Gettr, Rumble, Telegram e novos perfis)[6].
Alegações de Interferência e Intervenção: Publicações mais recentes do influenciador no exterior incluem acusações de suposta interferência americana nas eleições brasileiras, apelos a intervenções e novos questionamentos desinformativos sobre o pleito brasileiro[6].
Alegações de urnas inauditáveis
No contexto do processo eleitoral, a alegação de que as urnas eletrônicas brasileiras seriam "inauditáveis" constitui uma das falsidades centrais propagadas por Allan dos Santos e pelo portal Terça Livre[1][2]. As fontes tratam essa narrativa não apenas como um boato isolado, mas como uma engrenagem de descredibilização institucional[1][3].
1. A Falsa Tese das Urnas "Inauditáveis" e a Smartmatic
Falsidade Confirmada: Agências de checagem de fatos (como o Aos Fatos) e apurações oficiais classificaram como falsa a alegação de que as urnas seriam "inauditáveis"[1][2].
Teorias de Conspiração e Smartmatic: Para sustentar a narrativa de vulnerabilidade, o influenciador promovia associações indevidas entre as urnas brasileiras e a empresa Smartmatic (associada a polêmicas e fraudes na Venezuela), sem que houvesse qualquer prova de relação dessa empresa com o sistema de votação do Brasil[1][2].
2. Histórico e Centralidade no Terça Livre (desde 2018)
Atuação Sistemática: Estudos acadêmicos e monitoramentos de fact-checkers identificaram o Terça Livre entre os veículos de maior relevância na difusão de teorias de fraude eleitoral e no desgaste público do sistema de votação desde pelo menos 2018[1][4].
Alvo Institucional: O objetivo principal apontado pelas apurações era polarizar o debate público e desacreditar diretamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF)[1][3].
3. Enquadramento no Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874)
Investigação do STF: A propagação constante dessas teses sobre as urnas integrou a fundamentação para a investigação do influenciador no Inquérito 4874 do STF (Milícias Digitais)[3][5].
Atuação Coordenada: A Polícia Federal e o STF identificaram que a descredibilização das eleições funcionava de maneira estruturada para obter vantagens políticas e financeiras, mobilizando militantes digitais e captando recursos por meio de doações e monetização[3].
4. Manutenção das Narrativas no Exterior
Ações a Partir dos EUA: Mesmo após fugir para os Estados Unidos e sofrer bloqueios judiciais em suas redes sociais principais, Allan dos Santos continuou a difundir teses sobre interferência e fraude eleitoral no Brasil por meio de plataformas alternativas como Gettr, Rumble e canais no Telegram[2][4].
Teorias de fraude sem provas
No contexto do processo eleitoral, a propagação de teorias de fraude sem provas constitui a espinha dorsal dos ataques promovidos por Allan dos Santos e pelo portal Terça Livre para descredibilizar a lisura das eleições brasileiras[1].
As fontes detalham como essas narrativas foram estruturadas e investigadas:
1. Narrativas Falsas e Descredibilização das Urnas
Alegação de Urnas "Inauditáveis": Santos e seu veículo promoveram recorrentemente a tese de que as urnas eletrônicas brasileiras seriam "inauditáveis", afirmação categorizada como falsa por agências de checagem de fatos (como Aos Fatos) e órgãos oficiais[2][4].
Associações Indevidas à Smartmatic: Para inflar a suspeição pública, difundiram teorias relacionando o sistema eleitoral brasileiro à empresa Smartmatic (associada sem provas a fraudes na Venezuela), sem que houvesse qualquer evidência de relação da empresa com o sistema de votação do Brasil[2][4].
Histórico de Atuação (desde 2018): Monitoramentos de agências de fact-checking e pesquisas de universidades apontam que o Terça Livre esteve entre os veículos de maior impacto na propagação de acusações infundadas de fraude e no desgaste do sistema eleitoral desde pelo menos 2018[4][5].
2. Enquadramento nos Inquéritos do STF e Investigações da PF
Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874): A Polícia Federal e o STF identificaram que a difusão sistemática de teorias de fraude eleitoral integrava uma ação coordenada voltada a atacar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF)[1][6].
Objetivos Políticos e Financeiros: A PF apontou indícios de que o questionamento das eleições não era meramente ideológico, mas visava obter vantagens políticas e captar recursos financeiros através do engajamento e monetização de conteúdos[1][3].
3. Ataques a Autoridades e Continuidade a Partir dos EUA
Ataques a Ministros: Paralelamente às teses de fraude, o influenciador dirigiu ofensas, linguagem agressiva e acusações sem fundamentação a ministros do Judiciário e da Justiça Eleitoral[2][7].
Atividade Continuada no Exterior: Mesmo foragido nos Estados Unidos e com perfis bloqueados, Santos continuou espalhando teses de fraude eleitoral em redes e plataformas alternativas (Gettr, Rumble, Telegram), incluindo alegações recentes de suposta interferência americana nas eleições do Brasil e apelos a intervenções[4][5].
4. Contraponto da Defesa
A defesa de Allan dos Santos sustenta que suas declarações correspondem ao exercício legítimo da liberdade de expressão e de opinião jornalística[8][9]. Por outro lado, autoridades policiais, o Ministério Público Federal e o STF afirmam que a conduta extrapolou a livre manifestação, configurando atuação em rede estruturada para desestabilizar as instituições democráticas[1].
Narrativas falsas sobre Foro de SP
No contexto mais amplo das teorias da conspiração promovidas por Allan dos Santos e veiculadas pelo portal Terça Livre, as narrativas sobre o Foro de São Paulo funcionavam como um pilar de mobilização ideológica para alimentar um clima de ameaça iminente entre seus seguidores[1].
As fontes detalham como essa narrativa foi articulada e apurada por agências de checagem e autoridades:
1. A Tese da "União Soviética 2.0" e a Conexão com as FARC
Associação Falsa com as FARC: Segundo registros de agências de checagem (como o Aos Fatos), Santos difundiu a tese de que as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) integrariam o Foro de São Paulo[1][2].
Plano Geopolítico Conspiratório: A narrativa sustentava que a articulação entre o Foro de São Paulo e as FARC teria o objetivo explícito de transformar a América Latina em uma "União Soviética 2.0"[1].
Conexão com Outras Conspirações: Essa tese geopolítica conectava-se a outras narrativas do influenciador, como a alegação de que medidas de desarmamento no Brasil existiam para facilitar invasões de terra[1].
2. O Papel das Teorias Conspiratórias na Estrutura de Desinformação
Justificativa para Ataques Institucionais: A criação de cenários de conspiração regional servia para fundamentar e intensificar os ataques diretos e ofensas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e autoridades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)[1][4].
Alimentação do Modelo de Negócios: Apurações da Polícia Federal e relatórios sobre o Terça Livre indicam que o medo e a indignação gerados por teorias conspiratórias eram fundamentais para engajar militantes e sustentar a arrecadação financeira do canal por meio de doações e assinaturas[3].
3. Classificação pelas Autoridades e Contraponto
Falsidade Comprovada: Agências de checagem e relatórios de órgãos de investigação classificaram as associações entre FARC, Foro de São Paulo e o suposto plano soviético como narrativas deliberadamente falsas ou distorcidas[1].
Posicionamento da Defesa: Em contraposição às apurações do STF e da PF, Allan dos Santos e sua defesa alegam que tais declarações integram o exercício legítimo da liberdade de expressão e do jornalismo de opinião[6][7].
Desinformação sobre desarmamento
No contexto mais amplo das teorias da conspiração promovidas por Allan dos Santos e veiculadas pelo portal Terça Livre, a desinformação sobre o desarmamento funcionou como uma pauta estratégica de alarmismo social e incitação da audiência[1].
As fontes apontam como essa narrativa se estruturava e cumpria papel relevante nas estratégias de mobilização do influenciador:
1. A Narrativa das Invasões de Terra
Associação Direta: As investigações e levantamentos de órgãos de checagem registraram que Allan dos Santos promovia narrativas afirmando que medidas de desarmamento teriam como objetivo deliberado facilitar invasões de terra[1].
Exploração do Medo de Perda de Propriedade: Essa tese visava gerar um sentimento de desproteção e ameaça iminente entre produtores rurais e proprietários, vinculando políticas públicas de controle de armas a supostos planos de desestabilização da segurança no campo[1].
2. Articulação com o Bloco de Conspirações Políticas
Integração a Narrativas Geopolíticas: A desinformação sobre o desarmamento não ocorria de forma isolada, figurando ao lado de outras teorias conspiratórias recorrentes do blogueiro — como a tese de que as FARC integrariam o Foro de São Paulo para transformar a América Latina em uma "União Soviética 2.0"[1].
Ataques Institucionais: O tema era frequentemente empregado para fundamentar discursos de desconfiança e ataques com linguagem ofensiva e sem comprovação direcionados a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e autoridades públicas[1].
3. Função no Modelo de Negócios e Engajamento
Polarização e Mobilização: A exploração de pautas sensíveis ao eleitorado conservador — como o direito ao armamento e a defesa da propriedade — alimentava a indignação e o engajamento contínuo das redes do influenciador[2][3].
Arrecadação de Recursos: O pânico gerado por essas teorias da conspiração revertia-se no apoio financeiro à rede do Terça Livre, por meio de monetização nas plataformas, assinaturas e doações recebidas via Pix e transferências[2].
Crimes contra a Honra e Autoridades
No contexto mais amplo das irregularidades atribuídas a Allan dos Santos, a prática de crimes contra a honra e os ataques sistemáticos a autoridades constituem uma das frentes mais graves de responsabilização penal investigadas pela Polícia Federal (PF), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF)[1].
As fontes detalham que essa atuação abrange desde ofensas e ameaças a membros do Judiciário até condenações definitivas e campanhas difamatórias contra profissionais da imprensa e cidadãos[2]:
1. Condenação Definitiva por Calúnia (Caso Estela Renner)
Decisão Transitada em Julgado: Ao contrário das apurações ainda em andamento no STF, Allan dos Santos possui uma condenação criminal definitiva por calúnia, confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ)[5].
Teor da Acusação: A condenação decorre de declarações feitas em 2017, nas quais o influenciador afirmou falsamente que a cineasta Estela Renner desejava "botar maconha na boca dos jovens" durante a controvérsia em torno da exposição Queermuseu — acusação que a Justiça considerou inverídica e ofensiva[5][9].
2. Ataques e Ameaças a Autoridades dos Tribunais Superiores
Investigações no STF (Inquéritos 4781 e 4874): Santos é investigado no Inquérito das Fake News e no Inquérito das Milícias Digitais por promover ataques recorrentes, ofensas em linguagem agressiva e acusações sem comprovação contra ministros do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)[1].
Denúncia por Ameaças: O Ministério Público Federal denunciou o blogueiro por ameaças direcionadas ao ministro Luís Roberto Barroso[7].
Fundamentação para Prisão Preventiva: Ao representar pela prisão preventiva do influenciador em outubro de 2021, a Polícia Federal citou expressamente a prática de crimes contra a honra, ameaça, incitação ao crime e organização criminosa[2][8].
3. Campanhas Difamatórias contra Jornalistas (Caso Juliana Dal Piva)
Forjamento de Conteúdo e Misoginia: Em 2024, Santos publicou prints de conversas falsas e manipuladas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva, simulando uma suposta confissão de plano entre o STF e a PF para prender Jair Bolsonaro[5].
Atuação Coordenada e Indiciamento: A PGR apontou o episódio como uma campanha difamatória e misógina realizada de forma coordenada para manipular a opinião pública e arrecadar doações para a rede do Terça Livre[6][7]. O caso resultou na abertura de novo inquérito no STF e no indiciamento do blogueiro pela PF por injúria e difamação[2].
4. Limites da Liberdade de Expressão vs. Ilícitos Penais
Contraponto da Defesa: A defesa de Allan dos Santos sustenta que suas declarações estão protegidas pela liberdade de expressão e pelo exercício do jornalismo de opinião[13].
Entendimento Judicial: O STF, o STJ, a PF e a PGR ressaltam que condutas envolvendo acusações caluniosas, falsificação de provas, ameaças diretas e ataques à honra de autoridades e cidadãos extrapolam a imunidade de opinião e configuram crimes tipificados no Código Penal[2]
Atuação em Organizações Criminosas
No contexto geral das irregularidades atribuídas a Allan dos Santos, a atuar em uma organização criminosa (ou "milícia digital") é tratada pela Polícia Federal (PF), pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como o elemento estruturante das suas atividades ilícitas[1].
As autoridades apontam que suas ações não eram isoladas, mas integravam um esquema coletivo e financiado para desestabilizar as instituições democráticas[1].
1. Enquadramento Legal e Inquéritos no STF
Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874): A investigação apura a existência e o financiamento de uma estrutura digital coordenada ("milícia digital") voltada a atacar o regime democrático, o sistema eleitoral e as autoridades constitucionais[2].
Inquérito das Fake News (INQ 4781) e "Gabinete do Ódio": O influenciador foi identificado na CPMI das Fake News e pela PF como peça-chave do chamado "Gabinete do Ódio"[2]. A PF apontou indícios de sua participação em uma organização criminosa focada em difundir conteúdos falsos ou distorcidos para obter ganhos políticos e econômicos[1].
Fundamentação para a Prisão Preventiva: Ao representar pela prisão preventiva de Santos em outubro de 2021 (decretada pelo ministro Alexandre de Moraes), a PF citou expressamente o crime de organização criminosa, além de lavagem de dinheiro, ameaça, incitação e crimes contra a honra[2].
2. Modus Operandi e Atuação Coordenada em Rede
Estrutura Coordenada de Disseminação: O grupo operava por meio do portal Terça Livre e de uma rede de perfis sintônicos para criar e impulsionar conteúdos alarmistas, mobilizar militantes digitais e inflar a rejeição a órgãos do Judiciário[2].
Forjamento de Provas e Ações Coordenadas: A PGR identificou um padrão de atuação coordenada para fabricar ou manipular provas (como o caso dos prints falsos atribuídos à jornalista Juliana Dal Piva em 2024), visando descredibilizar investigações oficiais e simular complôs institucionais[2].
3. O Componente do Financiamento e Monetização Ilícita
Finalidade Lucrativa do Esqueleton Criminoso: As investigações da PF revelaram que a organização criminosa mantinha um braço de financiamento e monetização[1].
Planilhas e Doações: Relatórios da PF apontaram que o Terça Livre mantinha uma planilha com mais de 1.700 doadores e arrecadava cerca de R$ 100 mil por mês via doações e Pix, utilizando a indigitação e as campanhas de desinformação como modelo de negócios para sustentar a estrutura do grupo[1][4].
4. Posição da Defesa vs. Entendimento Judicial
Argumentação do Investigado: Allan dos Santos e sua defesa sustentam que a rede e o portal Terça Livre exerciam apenas atividade jornalística e de opinião protegida pela liberdade de expressão, classificando os inquéritos como perseguição política[11][12].
Posição dos Órgãos de Investigação: O STF, a PGR e a PF ressaltam que o uso de métodos fraudulentos, a criação reiterada de perfis para burlar ordens judiciais, o financiamento velado e a ação em rede tipificam a atuação de uma organização criminosa estruturada, extrapolando qualquer garantia constitucional de manifestação de pensamento[1].
Irregularidades Financeiras
No contexto amplo das irregularidades de Allan dos Santos, as irregularidades financeiras ocupam um papel central nas investigações da Polícia Federal (PF), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Supremo Tribunal Federal (STF)[1]. As autoridades apontam que a produção de desinformação não era apenas uma atuação ideológica, mas um modelo de negócios estruturado para gerar receitas expressivas e financiar atividades ilícitas[1].
As fontes detalham as irregularidades financeiras nos seguintes eixos principais:
1. Modelo de Monetização e Faturamento do Terça Livre
Faturamento Mensal Expressivo: Relatórios da Polícia Federal apontaram que Allan dos Santos recebia cerca de R$ 100 mil por mês para manter a estrutura do portal e canal Terça Livre[6].
Planilha de Doadores: A PF identificou uma planilha de arrecadação do canal contendo mais de 1.700 linhas de doadores[6].
Lucro sobre a Indignação: A difusão de conteúdos falsos, alarmistas e de ataques a autoridades funcionava como motor direto de engajamento para alavancar a monetização de conteúdos, assinaturas e doações[1].
2. Investigação por Lavagem de Dinheiro e Monetização Ilícita
Enquadramento Criminal no STF: Nos autos do Inquérito das Fake News (INQ 4781) e do Inquérito das Milícias Digitais (INQ 4874), Santos é investigado sob acusações que incluem lavagem de dinheiro, monetização ilícita e organização criminosa[2].
Fundamentação para Pedido de Prisão: Ao representar pela prisão preventiva do blogueiro em outubro de 2021, a Polícia Federal destacou a prática de lavagem de dinheiro ao lado de ameaça, incitação e crimes contra a honra[2][7].
3. Financiamento de Atos Antidemocráticos e Campanhas Difamatórias
Sustentação de Redes Ilícitas: Os recursos captados eram destinados ao financiamento e à manutenção de campanhas coordenadas de difamação e ao apoio a atos antidemocráticos[4].
Arrecadação via Provocação (Caso Juliana Dal Piva): A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que o episódio de 2024 — no qual Santos publicou capturas de tela manipuladas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva — consistiu em uma campanha difamatória e misógina voltada deliberadamente a angariar recursos para o Terça Livre[8].
4. Bloqueios Bancários e Sanções Judiciais
Bloqueio de Contas Bancárias: Em outubro de 2021, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio das contas bancárias de Allan dos Santos no Brasil, além do bloqueio de seus perfis e canais de monetização nas plataformas digitais[2].
Multas a Plataformas: O STF também determinou sanções e multas às empresas de redes sociais (como o X) por descumprimento de ordens de bloqueio e recusa no fornecimento de dados financeiros e de IP do investigado[8].
5. Posição da Defesa
A defesa de Allan dos Santos nega qualquer irregularidade e sustenta que as movimentações financeiras correspondiam à comercialização legítima de produtos e de conteúdos de opinião protegidos pela liberdade de expressão[12].
Fraude Processual e Desobediência
No contexto mais amplo das irregularidades de Allan dos Santos, a fraude processual (forjamento de provas e conteúdos) e a desobediência sistemática a decisões judiciais representam as táticas operacionais utilizadas pelo influenciador para tentar descredibilizar investigações oficiais e manter ativa a sua rede de desinformação[1].
As fontes detalham como essas duas condutas foram apuradas e integradas aos processos criminais:
1. Forjamento de Conteúdos e Provas Falsas
O Caso dos Prints Manipulados (Juliana Dal Piva): Em junho de 2024, Allan dos Santos publicou na rede social X capturas de tela (prints) falsas e manipuladas atribuídas à jornalista Juliana Dal Piva[4]. Nas imagens forjadas, a repórter "confessaria" um suposto plano entre o ministro Alexandre de Moraes (STF) e a Polícia Federal para prender o ex-presidente Jair Bolsonaro[4].
Reação da PGR e Abertura de Novo Inquérito: Checagens independentes (como a da agência Aos Fatos) confirmaram a falsificação das telas[4]. A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se apontando que o episódio configurava uma atuação coordenada para deliberadamente difundir informações falsas e uma campanha difamatória e misógina, cujo objetivo era também arrecadar recursos para o Terça Livre[3]. O caso levou o STF a abrir um novo inquérito específico para apurar o forjamento de conversas[3][4].
2. Crime de Desobediência e Burlar Bloqueios Judiciais
Indiciamento Formal pela Polícia Federal: A Polícia Federal indiciou Allan dos Santos formalmente pelo crime de desobediência, além de injúria, difamação e incitação ao crime[2].
Criação Reiterada de Perfis Alternativos: O enquadramento por desobediência decorre do descumprimento contínuo e deliberado das ordens do STF que determinaram a suspensão de seus perfis e canais[2][7]. Mesmo com a prisão preventiva decretada e foragido nos EUA, o blogueiro reitera a criação de sucessivas contas (como @allanconta, @allanconta44, @allanconta45, canais no Telegram, Rumble, Gettr e X) para contornar os bloqueios impostos pela Justiça brasileira[2].
Sanções e Multas às Plataformas: Essa conduta de desobediência provocou desdobramentos contra as próprias empresas de tecnologia, gerando bloqueios de endereços de IP e aplicação de multas milionárias a plataformas (como o X) por recusa ou atraso no fornecimento de dados e no cumprimento de ordens judiciais[4][9].
3. Conexão com o Esquema Financeiro e Status Jurídico
A falsificação de materiais e a desobediência aos bloqueios judiciais funcionavam de forma integrada ao modelo de negócios do Terça Livre[1]. A criação de fatos forjados gerava indigitação na audiência, e a abertura contínua de novos canais garantia a manutenção das doações, assinaturas e monetização[1].
Fontes:
As fontes e referências acompanhadas de seus respectivos links diretos citados no dossiê dividem-se nas seguintes categorias:
Reportagens e Cobertura Jornalística com Links
G1 – STJ mantém condenação de Allan dos Santos por calúnia: Acessar matéria[1].
G1 – PF indicia Allan dos Santos por crimes de injúria, desobediência e incitação ao crime: Acessar matéria[2].
Agência Brasil – Moraes determina multa de R$ 7,3 milhões a blogueiro Allan dos Santos: Acessar matéria[1].
Gazeta do Povo – Moraes abre novo inquérito contra Allan dos Santos por suposta fake news: Acessar matéria[3].
Poder360 – STF abre inquérito contra Allan dos Santos por suposta conversa forjada: Acessar matéria[3].
Fato e Notícia – PGR pede investigação de Allan dos Santos por suposta fake news contra jornalista: Acessar matéria[4].
Bradock Show – PGR pede ao STF investigação contra Allan dos Santos alegando publicação de notícias falsas: Acessar matéria[4].
Portais Oficiais, Jurídicos e Enciclopédicos
Portal do STF – Acompanhamento do Inquérito das Fake News (INQ 4781): Acessar processo[5].
HS Advocacia – Moraes vota para rejeitar recurso do X que pede desbloqueio de conta de Allan dos Santos: Acessar análise[4].
Wikipédia (pt) – Verbete Allan dos Santos (seção Fake news e ataques à democracia): Acessar verbete[6]. Fonte desconsiderada
Outras Fontes Referenciadas no Dossiê (Sem URL no texto original)
Além dos links acima, o documento compila dados das seguintes fontes primárias e veículos jornalísticos[7]:
Agências de Checagem: Aos Fatos, Coletivo Bereia e Boatos.org[7].
Imprensa Tradicional: Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, VEJA, Valor Econômico, CNN Brasil, UOL, O Antagonista, Columbia Journalism Review e Metrópoles[8].
Documentos e Órgãos Oficiais:
STF: Peças dos Inquéritos 4781 (Fake News) e 4874 (Milícias Digitais) e ordens de prisão/extradição[13].
Polícia Federal: Relatórios finais e representações criminais[9][13].
Congresso Nacional: Relatório Final da CPI da Pandemia e depoimentos da CPMI das Fake News[14].
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